terça-feira, 14 de maio de 2013


A falta de tempo é um problema crônico e motivo de muitas queixas no mundo corportativo. 

Profissionais de todos os segmentos e de escalões, de alto a baixo, lamentam não ter mais tempo para realizar todas as tarefas do dia, inclusive as pessoais.

Segundo o consultor empresarial Maurício Seriacopi, a síndrome da falta de tempo cada vez mais se faz percebida pelos profissionais em função da exigência cada vez maior por metas e resultados e também pela velocidade da informação. 

“A tendência é que a pressão por desempenho e o bombardeio de informações cresça sempre mais. Portanto, não adianta reclamar da falta de tempo. O importante é saber como administrá-lo. Enquanto a maioria vive correndo atrás de tempo, os profissionais bem-sucedidos correm a favor e aprenderam como controlá-lo”, explica Seriacopi.

Na opinião do especialista, o uso inadequado das ferramentas de comunicação, como, por exemplo, o email, força o profissional a realizar diversas tarefas simultaneamente, aumentando assim o seu desgaste e a probabilidade de erros e, consequentemente, retrabalhos. “Quanto mais desorganizada, mais a pessoa tende a desperdiçar o tempo. E em tempos onde ele anda escasso, qualquer desperdício faz muita diferença”, lembra o consultor.

Para quem deseja fugir dessa ciranda, há algumas atitudes práticas que podem ajudar a administrar melhor o tempo, segundo Maurício Seriacopi. Confira as dicas:

10 dicas para seu tempo render

01. Altere a configuração do seu programa de email para que as mensagens sejam baixadas em maior tempo. Por exemplo, a cada 30 minutos. Essa medida evita que, cada vez que você receba uma mensagem, pare o que está fazendo para ler o e-mail.

02. Contenha-se a não abrir programas de comunicação ou sites que possam interromper suas atividades ou gerar dispersão.

03. Utilize o tempo de espera em uma recepção para ler um bom livro para seu lazer ou uma literatura específica que contribua com seu desenvolvimento profissional.

04. Mantenha sempre próximo e com fácil acesso, um bloco e caneta, ou equipamento com esse recurso, para anotações de insights, lembretes de atividades e compromissos.

04. Durante deslocamentos, seja dirigindo ou em transporte coletivo, faça uso de recursos auditivos para aprimorar seu idioma ou ouvir um audiobook sobre um assunto que tenha interessa.

06. Se você tem uma certa compulsão em ficar navegando na internet, especialmente nas redes sociais além do tempo, desconecte a fonte de energia do seu notebook e assim, quando terminar a carga da bateria, automaticamente você irá parar.

07. É necessário, principalmente no mundo corporativo, estar cercado de pessoas competentes e comprometidas. Ter bons pares ou boa equipe de trabalho, permite compartilhar e delegar mais as tarefas e propicia a possibilidade de fazer outras coisas, inclusive voltadas ao cuidado com sua saúde ou aprimoramento profissional.

08. Nenhuma ferramenta te ajudará se você não definir onde quer chegar. O planejamento é a arma mais importante para quem quer se organizar. Portanto, prepare-se!

09. Tentar abraçar o mundo pode ser tentador, mas para alcançar resultados satisfatórios sem se matar de trabalhar, é preciso escolher com inteligência e racionalidade. Tenha foco e faça uma coisa de cada vez.

10. Resolva os problemas até o fim. Jamais esqueça que, direta ou indiratemante, pessoas dependem de você. Se referência e mostre-se organizado e com disposição. Disciplina é fundamental

 


As quatros ondas tecnológicas

A combinação de mobilidade, Big Data, plataformas sociais e cloud computing incentivam mudanças radicais nas práticas e processos de negócio, inclusive submergindo negocios estabelecidos há décadas. A tempestade perfeita

 

Cezar Taurion17 de abril de 2013

 

Estamos vivenciando um processo de transformação no ambiente de negócios e na sociedade como um todo, impulsionado pela convergência de quatro ondas tecnológicas. Essa disrupção é um fenômeno que ocorre a cada 10 ou 15 anos e provoca mudanças significativas no uso da computação. A convergência da computação em nuvem, mobilidade, plataformas sociais e Big Data está deslocando o eixo do poder das empresas para as pessoas, sejam estas clientes ou funcionários. Na prática, a sociedade e as empresas estão cada vez mais digitais e visualizamos em breve um cenário onde não existirá mais budget especifico para TI, uma vez que a tecnologia estará em todas as atividades da empresa. O budget da computação estará espalhado por toda a empresa.

Cada uma dessas quatro ondas por si causa mudanças, mas agrupadas criam o que o Forrester Research chama de “Perfect Storm”. Quem viu o filme “Mar em Fúria” lembra da onda gigantesca causada pelo que os meteorologistas apelidam de “a tempestade perfeita” e o que ela pode provocar. A combinação de mobilidade, Big Data, plataformas sociais e cloud computing incentivam mudanças radicais nas práticas e processos de negócio, inclusive submergindo negocios estabelecidos há décadas. Cria novos hábitos, novas experiências e novas expectativas. Um exemplo? Que tal pensarmos no mobile payments?

Entretanto, este cenário de mudanças embute desafios imensos para a área e os profissionais de TI. O proprio processo de consumerização de TI, com os usuáros trazendo as novidades tecnológicas de seu dia a dia para dentro das empresas, está forçando a criação de novos modelos de gestão de tecnologia, como o BYOD (Bring Your Own Device) ou BYOC (Bring Your Own Cloud), impensáveis há uns meros três a cinco anos atrás. E este processo não deve parar por aí. Em breve não apenas estarão trazendo estas tecnologias em seus bolsos (como smartphones), mas as estarão vestindo, como o Google Glass!

Na sociedade digital TI é o diferenciador competitivo e, portanto, seu papel não pode ficar limitado a automatizar operações, subordinado ao CFO da empresa. 

O CIO deve ser reengenheirado. Alguns começam a batizar seu cargo como CDO (Chief Data Offcer) e os profissionais de IT (Information Technology) passam não ser mais de IT mas sim de BT (Business Technology) e chamados de business technologists. Surgem também os data scientists e diversas outras funções que simplesmente não existiam há poucos anos.

Mudanças nem sempre são apreciadas, principalmente quando ocorrem com muita rapidez. Muitos profisisonais de TI passaram pelaa disrupção anterior, quando saimos do modelo centralizado para o cliente-servidor. O impacto foi muito grande. Novas empresas de TI surgiram enquanto outras simplesmente desapareceram. Mudamos os skills, as tecnologias e as práticas de TI e a tecnologia se espalhou pela empresa. A chegada da Internet acelerou o processo de transformação e novos negocios baseados em comercio eletrônico surgiram, desbancando ou simplesmnte eliminando negocios plenamente estabelecidos.

Estamos diante de outra disrupção. A área de TI não pode ficar em “wait” aguardando que os executivos de negócio decidam o que será feito. TI, ou melhor, BT, deverá ser o impulsionador destas mudanças. O fato de essas mudanças estarem acontecendo de forma tão rapida e muitas áreas de TI não acompanharem esta velocidade, faz com que surjam distorções como os executivos e os usuários lendo e usando inovações tecnológicas nos jornais e sites de negócios, e associarem TI ao legado e não à estas inovações. Se os CIO não agirem rapido, TI será associado ao passado e não ao futuro.

Portanto os CIOs devem deixar de ser “babás” de ERP e começarem as olhar as novas tecnologias com a visão de plataformas de transformação e não como ameaças ao status quo. Em vez de olhar cloud apenas pela ótica de se será seguro ou não, porque não olhar cloud como meio de mudar o papel de TI? Se a empresa não tiver mais limite de capacidade computacional não poderá fazer coisas inovadoras que não faz hoje? Assim, o CIO deverá liderar o processo de mudança de mindset, implementando continuamente inovações tecnológicas ajudando a criar novos processos, novos produtos e mesmo novos negócios.

O que isso significa? Que o CIO deverá estar no nivel decisório das empresas, conduzindo conversações estratégicas continuamente. O CIO não pode ficar apenas na dimensão da tecnologia, mas envolvido com o negócio em sua plenitude. Aliás, conversas sobre aplicações estratégicas de novas tecnologias não podem mais serem feitas a cada 3 ou 4 anos, mas a cada 3 ou 4 semanas! Claro que estratégias não serão mudadas a cada 3 ou 4 semanas, mas correções de rumo poderão ser tomadas a partir destas discussões entre os altos executivos de como uma nova tecnologia poderá afetar o negócio. Os profissionais de TI devem ser cada vez mais business technologists e menos técnicos operacionais.

Enfim, na minha opinião, nós profissionais de TI vivemos e devemos aproveitar uma oportunidade que só acontece de dez em dez anos: vivenciar uma disrupção tecnológica que está afetando todos os setores de negócios. 

 

segunda-feira, 25 de março de 2013

BRAND INSIGHTS



 

Imagine que há um seleto grupo de empresas no mundo que são amadas – veja bem, literalmente amadas, e não somente admiradas – por todos os públicos com os quais elas se relacionam: clientes, colaboradores, fornecedores e a comunidade mais ampla.

Pois bem, os autores do recente, mas já clássico livro, “Firms of Endearment”,  pesquisaram centenas de companhias e encontraram 28 que atendem a esse critério. Essas empresas pagam muito bem seus empregados, entregam valor para seus clientes, estão rodeadas por uma rede de prósperos fornecedores e, atenção trazem um fantástico retorno para os acionistas: 1025% nos últimos 10 anos, versus apenas 122% para as empresas listas no S&P 500 (índice que agrega as 500 ações mais relevantes para o mercado norte-americano) e 316% para as companhias citadas na obra “Good to Great” (bestseller lançado em 2001).


Não seria fantástico descobrir que essas 28 corporações têm algo em comum, um segredo passível de ser aplicado em nossas próprias organizações?

Os autores da pesquisa não fazem suspense. Pois a resposta para esta valiosíssima pergunta já se encontra no subtítulo do livro, que, em uma tradução livre, diz: “como as melhores empresas do mundo lucram por meio da paixão e de um propósito”.

PROPÓSITO. Este é o conceito-chave que está provocando uma verdadeira revolução no modo como empresas e marcas são geridas.

O que exatamente é propósito?

Em um nível pessoal, propósito é o que dá sentido para nossas vidas e nos move adiante. Propósito é aquilo que nos faz acordar mais motivados para ir trabalhar: não apenas porque estamos sendo bem pagos, mas porque sinceramente sentimos que fazemos a diferença no mundo. Como disse um amigo meu: “Propósito acaba com crise do Fantástico”. E ele me explicou. O domingo à noite, durante o Fantástico da TV Globo, ele ficava sofrendo por antecipação sobre o retorno à empresa no dia seguinte e sobre a longa semana pela frente. Quando, porém, em outra organização ele entendeu que havia um propósito que o motivava e que dinamizava a organização, o Fantástico passou a ter outro sentido em sua vida.

Propósito é o significado maior que organiza todos os outros relacionados a uma marca corporativa. Propósito, em resumo, é a declaração de como a empresa pretende contribuir para a humanidade.

O propósito nasce da alma da organização: a matéria-prima simbólica responsável pela sua fundação, o sonho original que inspira a sua existência.

Empresas que articulam elementos de sua alma na construção de um propósito relevante e distinto atingem o que nós, do Grupo Troiano de Branding, chamamos de soulful excellence. Este conceito se soma ao de operational excellence, termo mais frequentemente discutido no dia-a-dia empresarial, para caracterizar as organizações realmente de sucesso.

Veja bem, buscar a excelência operacional é essencial. Ela nasce de uma clara visão estratégica, se concretiza em uma apurada execução tática e envolve importantes conceitos como qualidade, eficiência, produtividade e vantagem competitiva.

Mas excelência operacional pode ser copiada. E de fato ela é, cada vez mais rapidamente. Eis a fundamental importância da soulful excellence: ela é imune a esforços de benchmark, pois emerge das características únicas da alma de uma organização, dos sonhos de seus fundadores, aquilo que a torna autêntica e indispensável para o mundo.

O resultado é que empresas apenas com excelência operacional são pouco mais do que “fortalezas militares”: seus funcionários são “bons soldados”, metas são atingidas, a competição é combatida… mas a corporação não explora seu potencial para verdadeiramente impactar o mundo e ser amada por isso.

Empresas apenas com soulful excellence, por sua vez, são na prática pouco mais do que um “castelo nas nuvens”. Muitos sonhos e uma proposta capaz de nos entusiasmar. Mas uma presença etérea, pois a ausência de lucros financeiros mina seu real impacto e impossibilita sua continuada relevância na sociedade.

Infelizmente, ainda encontramos muitas empresas que não entregam nenhuma dessas duas excelências – operacional e de alma. A administração desses negócios, de certa forma, se parece com aquela adotada pelo modelo colonial das “plantations”, em que o objetivo principal, senão único, era a exploração de recursos e a moldura mental dominante era a “reativa”, de “aproveitar oportunidades” no curto prazo.

É natural que corporações com excelência operacional e soulful excellence se destaquem neste cenário. Uma metáfora que caracteriza este tipo de organização é a de “Camelot”: um encontro feliz, memorável e único de “efetividade” e “propósito”, capaz de galvanizar pessoas em torno de um objetivo maior.


Grande parte do raciocínio descrito até agora neste artigo foi criado pela consultoria de origem norte-americana BrightHouse, da qual o Grupo Troiano de Branding é sócio e representante para o Brasil e América Latina.

E a boa notícia é que em mais de 10 anos prestando serviços para uma centena das maiores empresas do mundo, a BrightHouse desenvolveu e aprimorou um método eficaz para traduzir o propósito e transformá-lo em resultados. O nome desse processo: “a escavação da Master Idea”.

A Master Idea não é um slogan, mas captura em apenas uma frase o propósito da organização, gerando assim um potente “farol” para guiar todos que se relacionam com a marca.

Dois exemplos ilustram este ponto:

- Lenox, marca da gigante internacional Newell Rubbermaid, endossa produtos como serras e outras “ferramentas que cortam”. Mas este é só o aspecto mais tangível em torno da marca. Seu propósito, revelado pela BrightHouse, é muito mais envolvente e nasce das origens da empresa: “vender o prazer em vencer qualquer obstáculo, trazer a inspiração que constrói prédios, cidades e todos os sonhos que a engenhosidade humana é capaz de conceber.” De forma mais suscinta, no inglês, este conceito é destilado na Master Idea: “Lenox, passion cuts through”.

- Graco era uma empresa de U$ 450 milhões antes da chegada da BrightHouse. Uma empresa que todos descreveriam simplesmente como produtora de artigos infantis, como carrinhos de bebê. O propósito escavado pela BrightHouse tranformou completamente este cenário, ajudando a catapultar a organização para um faturamento anual de U$ 1.3 bilhões. Este propósito surgiu da identificação dos sonhos que motivaram os primeiros funcionários da Graco: cuidar dos pais – que se esforçam por equilibrar múltiplas tarefas e papéis – e não apenas de suas crianças. A Master Idea da marca: “We cradle those, who cradle them.”

É fundamental entender que propósito não é um novo termo para práticas gerenciais já estabelecidas. Vale até abordar rapidamente três confusões comuns em discussões sobre esse tema.

A primeira acontece quando o conceito de propósito erroneamente é tratado como sinônimo aos de missão ou visão. Um erro, pois a missão conta “o que” e “como” a empresa faz; a visão revela “aonde ela quer chegar”; mas é o propósito que revela “porque” ela existe. Vale dizer também que missão e visão infelizmente se transformaram em reservatórios do lugar comum. Pode reparar, há algumas dezenas de placas de mármore na recepção de diferentes empresas que ostentam as mesmas palavras, como qualidade, liderança e cliente. Um exemplo real: “nós buscamos a liderança, provendo um serviço da mais alta qualidade, em prol da satisfação de nossos clientes”. O que uma declaração como essa diz sobre a empresa, que a torna realmente única e indispensável? Será que se na calada da noite mudássemos as placas de algumas empresas, umas pelas outras, seus colaboradores e visitantes perceberiam?

Pois é essa justamente a contribuição do propósito, responder de forma absolutamente clara e distinta à pergunta: “se a sua organização desaparecesse hoje, o que o mundo perderia?”.

O segundo mal-entendido surge quando profissionais de comunicação mais afoitos concluem que a Mater Idea – tradução do propósito – equivale ao posicionamento da marca. Tremendo engano. Entre outras fundamentais diferenças, destacadas no quadro abaixo, o posicionamento é construído a partir de um cenário externo, em função da análise de meus concorrentes (daí a origem do termo posicionamento, que denota “minha posição” em relação a alguém), enquanto que a Master Idea, como já dissemos, é algo que surge internamente, a partir da alma da empresa.


Volto a enfatizar: a Master Idea não é criada de fora para dentro; ela é escavada, revelada, identificada a partir de um criterioso e profundo processo de análise que leva em conta as origens da empresa, seus valores e artefatos culturais.

Esse processo, cuidadosamente aprimorado pela BrightHouse, já vem sendo aplicado com sucesso pelo Grupo Troiano de Branding junto a marcas como Extra (Grupo Pão de Açúcar) e TV Globo.

São empresas que decidiram abolir a dicotomia: “fazer o bem” versus “obter bons resultados”. Elas desejam ir muito bem financeiramente, fazendo o bem – em outras palavras, definindo um propósito claro sobre como elas irão melhorar o mundo.

Por falar nisso, a terceira confusão sobre o conceito de propósito pode ser resumida na frase: “ah, vocês estão falando de coisas como usar embalagens recicláveis ou apoiar causas sociais…”. Nada disso. Ainda que louvável, esse tipo de prática surge como um “adendo”, como uma das ações que compõem as atividades de marketing da empresa. É sempre um esforço – nem sempre ancorado na realidade – de retratar a empresa como uma organização que também se preocupa com a sociedade. Bom, propósito não é um adendo. É algo entranhado em tudo, tudo o que a empresa faz e diz. Propósito não é uma iniciativa isolada, momentânea ou oportunista. Propósito não é “me too”, algo como “nós também protegemos o meio-ambiente”. Propósito é sim uma maneira única que a empresa escolhe para organizar sua contribuição para o mundo. Propósito é algo que todos os colaboradores da empresa respiram no seu dia-a-dia. Voltando aos exemplos de Lenox e Graco: “trazemos para o mundo a paixão por vencer obstáculos” e “cuidamos dos pais, para que eles possam cuidar melhor dos seus filhos”.

E a sua empresa? Ela tem um propósito?

Para ajudá-lo nesta reflexão, encerramos este artigo com um check-list básico:

- Você conhece claramente quais os sentimentos e valores que motivaram o início da sua organização?
- Você sabe qual o propósito da sua empresa? 10 executivos da organização responderiam a essa pergunta de forma consistente?
- A sua empresa traz para o mundo algo mais significativo do que produtos e serviços?
- A sua empresa aufere lucros de um modo consistente com seu propósito?
- O propósito da sua empresa a distingue das demais, permitindo que ela obtenha maiores lucros?

Boa sorte !