domingo, 30 de agosto de 2009

Windows 7 promete obedecer ao usuário.

Um sistema operacional que funciona do jeito que o usuário quer. Essa é a promessa do Windows 7, plataforma que a Microsoft coloca no mercado brasileiro no dia 22 de outubro. O desafio será grande. Afinal, o antecessor, o Windows Vista, decepcionou muitos, graças a um conjunto de erros que incluem incompatibilidade com periféricos e programas e lentidão no processamento de tarefas básicas. Batalha de mercado - Com o Windows 7, a Microsoft pretende manter a liderança no segmento. No Brasil, 83% dos usuários domésticos usavam alguma versão do sistema, de acordo com levantamento do Comitê Gestor da Internet realizado em 2008. Entre as empresas, a plataforma também lidera: o índice de adesão chega a 97% no país, segundo a 20ª Pesquisa Anual do Uso de TI da Fundação Getúlio Vargas (FGV-SP), divulgada em maio. "Não considero o Vista um fracasso", pondera Ricardo Wagner, gerente de produto Windows. "Erramos apenas na questão de compatibilidade: poucos computadores comportavam o serviço na época (de seu lançamento, janeiro de 2007)", reconhece. Configurações - O argumento da Microsoft para explicar o insucesso do Vista não está de todo errado. Para rodar de forma satisfatória, o sistema exigia um processador que trabalhasse à velocidade 1 GHz e mais 1 GB de memória RAM. Não era uma configuração muito popular no início de 2007 - e nem era barata.
O Windows 7 pode vencer esse obstáculo porque exige exatamente os mesmos recursos da máquina do usuário. Mas agora os computadores, na média, já estão mais robustos. Segundo estudo da Microsoft, 86% das máquinas do mercado suportam o Windows 7. Novidades - O novo sistema operacional da Microsoft terá, pela primeira vez, um suporte à tecnologia touchscreen - a mesma utilizada pelo iPhone. Isso possibilita o controle dos computadores a partir do toque na tela, sendo necessário para isso um equipamento compatível. O Windows 7 traz também novos recursos de customização, com o objetivo de simplificar tarefas cotidianas de usuários domésticos. Há mais recursos para alternar janelas na área de trabalho, fixando documentos, pastas e programas na barra de tarefas. Uma das promessas mais enaltecidas pelo fabricante é a compatibilidade com programas antigos e periféricos, uma das maiores críticas de usuários do Vista. "O Windows 7 tem 98% de compatibilidade com aplicativos que o usuário costumava usar em outras versões", garante Wagner. "Caso não consiga instalar corretamente o que deseja, o Windows Update trará automaticamente ao consumidor a possibilidade de instalar drivers."

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Microsoft lança aplicativo para uso de Twitter em celulares comuns.

A Microsoft revelou uma nova tecnologia que permitirá que telefones celulares comuns, que não são smartphones, possam usar aplicativos como o Facebook e Twitter. Criado para os mercados emergentes, o software OneApp poderá ser baixado no celular como se fosse um novo toque. Ao invés de uma loja de aplicativos, semelhante àquelas oferecidas por muitos fabricantes de smartphones e operadoras de telefonia celular, o OneApp vai oferecer uma série de aplicativos padrão, decididos pela operadora. A armazenagem dos aplicativos será mantida pelas operadoras ao invés dos usuários. Até hoje, a falta de memória e de poder de processamento dos celulares comuns tem limitado a utilidade destes aparelhos para o uso de aplicativos. "O que (esta tecnologia) vai permitir é que você tenha acesso aos aplicativos e serviços que você quiser a partir do aparelho que você já tem", afirmou Tim McDonough, diretor de gerenciamento de produtos para celulares da Microsoft. "Se você não tem um computador, ou se divide um computador, seu celular poderá ser seu primeiro e único dispositivo de computação." Em algumas semanas a operadora da África do Sul Blue Label Telecom se transformará na primeira operadora a usar o OneApp, oferecendo aplicativos para o site de relacionamentos Facebook, Twitter e o Windows Live Messenger. Os produtores de aplicativos poderão adaptar os aplicativos que já oferecem em outras regiões. Isto fará com que seja mais fácil adaptar o software para o OneApp do que ajustar o OneApp para os vários aparelhos de celular.

Aneel aprova regras de Internet pela Rede Elétrica.

A última e uma das principais regulamentações para a implantação da internet pela tomada - serviço chamado de Power Line Communications (PLC) - foi aprovada nesta terça-feira pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Ela prevê que as distribuidoras de energia terão que criar subsidiárias para poder explorar a transmissão de dados pelos fios da rede elétrica e deverão compartilhar os ganhos com os consumidores de eletricidade. Isso significa que a receita obtida com o aluguel da rede da distribuidora será considerada ganho de eficiência e, desta forma, repassada às contas de luz, na proporção de 90%. Somente 10% vão para os acionistas, o que causou reação negativa das empresas. O PLC consiste em transmitir Internet em alta velocidade (dados e voz em banda larga) pela rede de energia elétrica. Como utiliza uma infraestrutura já disponível, não necessita de obras e investimentos em uma edificação para ser implantada. A tecnologia poderá chegar às grandes cidades daqui 12 a 18 meses, segundo especialistas. E, diante da imensa rede elétrica do país, deverá agilizar e ajudar o esforço da inclusão digital feito pelo governo. O procedimento para os interessados em explorar o serviço de PLC agora será simples, ele deverá procurar a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e pedir a autorização. Isto poderá ser feito a partir da publicação das novas regras da Aneel.
Combate aos 'gatos'. A Aneel alega que a internet pela rede elétrica também poderá ser usada pelas distribuidoras para implantar os medidores eletrônicos de consumo. Eles estão sendo estudados pela Aneel e serão uma importante arma para as empresas combaterem os chamados "gatos" - roubo de energia é a maior fonte de perdas às companhias. A expectativa é que os medidores deverão se tornar obrigatórios. A decisão é a de que o repasse terá que ser feito nas revisões tarifárias das distribuidoras, que acontecem de forma diferenciada, dependendo dos contratos de concessão. No caso da Light e da Ampla, as distribuidoras que operam no Estado do Rio, os ganhos serão contabilizados a cada cinco anos.

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Atendimento! O seu tem Qualidade?

É lamentável e profundamente triste quando somos mal atendidos (é incrível, mas isto ainda acontece no século XXI), e mau atendimento não se resume somente na falta de cortesia, atenção e descaso por parte do atendente, extende-se pela falta de conhecimento do produto ou serviço oferecido, passa pela vestimenta, postura e pelo vocabulário usado pelo atendente (entenda como atendente ou vendedor – titulo que muitos têm vergonha de ser assim denominados e aí inventam nomes pomposos e que não refletem o glamour exigido pelo título – todos que atendem), recepcionistas, secretárias, vigias etc... Indo até a despreocupação plena e total com a qualidade que nós (clientes) não exigimos, mas sim merecemos, pois somos nós os responsáveis diretos e indiretos pelo sucesso ou fracasso destes atendentes e até mesmo da empresa que ele colabora – ou melhor, atrapalha – mas ele sozinho não é o total culpado, falta a ele treinamento, pois grande parte das empresas não dá a devida importância e atenção. E olha que não são poucas e nem somente as pequenas são as que relegam o treinamento e a atenção com a “qualidade de atendimento” a planos inferiores (as grandes que monopolizam mercados também, isto até aparecer uma concorrente). Mas isto está mudando, e radicalmente, pois hoje no mundo globalizado, todos possuem produtos com a mesma qualidade, pois as tecnologias de ponta estão disponíveis a quem tiver interesse e dinheiro, porém o dinheiro só se faz se a qualidade e o foco no cliente existir.
AS NECESSIDADES
É necessário que em primeiro lugar, “que se goste do que faz e façamos o que gostamos”, caso contrário não há treinamento que adiante, mas se cumprirmos a premissa inicial, aí sim o treinamento em conjunto com a prática nos levará a perfeição, fazendo com que o atendimento recebido pelos clientes seja excelente (o melhor), surpreenda as expectativas do consumidor, seja indicado, lembrado e relembrado aos amigos e - inimigos. É necessário que o envolvimento seja total, pois todos os colaboradores de uma organização são responsáveis pela excelência da qualidade no atendimento e, é através dele que se mede a competência de uma corporação.
OS EXTREMOS
Felizmente neste tumultuado mundo, existe empresas e pessoas que sabem como ninguém atender seja pessoal ou profissionalmente, lembro-me de empresas que conhecem seus clientes como ninguém, a ponto de oferecer o que ele quer, quando ele quer, como ele quer e onde ele quer e tudo isto a um preço justo (compatível com a sua alta qualidade), mas também conheço empresas que possuem conexão através de telefone 0800 e o “minutinho” deles é uma “eternidade” (coitados pagam a conta alta e pensam que fazem sucesso) e ainda não resolvem o problema reclamado. Também existem aquelas que usam a tecnologia de forma automática e pensam que estão abafando, e se esquecem que a máquina ainda não transmite emoção, carinho e atenção, tudo isto com o intuito da economia barata, não podemos esquecer que um cliente satisfeito indica sua empresa ou seu serviço para no máximo seis amigos e que um cliente insatisfeito fala mal (em alto e bom som) de sua empresa ou serviço para onze ou mais amigos, este é o preço que se paga por um mau atendimento e incompetência. Neste mundo de extremos existem colaboradores que “fingem” trabalhar e empresas que “fingem” pagar.
EXCELÊNCIA
É isto o mínimo que um consumidor espera de seu fornecedor, esperamos que o garçom seja atencioso e atento, saiba tudo sobre o cliente (pelo menos dos habituais) que entra em seu restaurante, o mesmo esperamos do vendedor das lojas de vestuários (experts em usarem frases com negativas ou o famigerado condicional, ou ainda pegajosos e inconvenientes), queremos ser surpreendido quando reclamarmos de algo (que a solução seja rápida e satisfatória para ambos), esperasse que o médico o dentista (os profissionais da e de saúde) nos ligue um ou dois dias depois da consulta ou alta de uma cirurgia para saber como o paciente (o nome faz jus, pois é necessário ter “paciência”) está passando (atitude inexistente ou quase), esperamos que os bancos que sabem utilizar toda a tecnologia disponível pelo CRM (Costumer Relationship Management) para saber o nosso perfil, nos de atendimento rápido e de qualidade (uma espera de no máximo cinco minutos) quando formos as suas agencias. Isto é apenas um pequeno resumo do que se vê em nosso dia-a-dia, como consumidor, cliente e às vezes paciente. Pois no nosso maior desejo é ser surpreendido e para melhor, sempre.
FUTURO
A empresa ou colaborador que não estiver preparado para surpreender a cada dia, a cada hora, a cada minuto, a cada segundo, a cada negociação, a cada atendimento (mesmo ele sendo o melhor dos melhores ou o maior dos maiores) está fadado ao fracasso. O cliente do futuro irá procurar aquele que associe qualidade e conhecimento com o melhor atendimento, e aquele que não for capaz de conciliar seu conhecimento e a sua qualidade, com um excelente atendimento também estará fadado ao fracasso, ou seja, morrerá, juntar-se-á aos medíocres. Quem assistiu ao filme “Uma Linda Mulher” sabe a diferença do que é mal e bom atendimento, lembram-se? Surpreenda quem está comprando, não quem está pagando e muito menos julgue o cliente pela aparência (ele pode comprar a empresa que você trabalha só para ensinar-lhe a atender bem, a surpreender o cliente ou quem sabe se você não estiver disposto à aprender e apreender, lhe demitir).

domingo, 2 de agosto de 2009

O que diferencia líderes autoritários de exigentes?

Segundo consultor de RH do Grupo Soma, o líder autoritário é o dono da razão; já o exigente é detalhista.Conviver com um líder que não aceita diálogo e cuja palavra é sempre a única opção válida não é fácil. Agora imagine um líder detalhista e rigoroso nos seus princípios. Com qual desses dois perfis de gestor você trabalha: o autoritário ou o exigente?De acordo com o consultor de RH (Recursos Humanos) e diretor executivo do Grupo Soma, Arlindo Felipe Jr., o líder autoritário é o dono da razão, não aceita que a sua equipe opine. Seu lema é: eu mando e você faz. Já o gestor exigente sabe dialogar com os funcionários e conhece muito bem a área sobre a qual é responsável, bem como o mercado no qual atua, por isso tem senso de qualidade exacerbado.Líder autoritárioUma das características marcantes do líder autoritário é que ele desenvolve uma gestão por meio da opressão e do medo. "Geralmente, esse líder mostra o erro de um profissional, mas não revela como consertá-lo".Os impactos para a empresa que conta com a gestão de um líder autoritário, segundo Felipe Jr., são clima organizacional negativo, no qual as pessoas não têm motivação para trabalhar, e altos índices de turnover (rotatividade).Entretanto, o consultor destaca que, em alguns casos, uma liderança autoritária momentânea pode ser válida. "Em uma reunião de fusão, quando o líder quer impor os valores da empresa para os novos funcionários, ele terá uma posição autoritária. Além disso, nos casos em que o líder tem uma equipe sem estrutura, na qual os funcionários não obedecem as regras e são acomodados, a liderença autoritária é válida.Líder exigenteJá uma particularidade do gestor exigente, segundo Felipe Jr., é o rigor com os seus princípios. Assim, essa pessoa procura sempre dar o exemplo para que a equipe o siga. "Esse gestor é aberto ao diálogo, desde que as pessoas tenham argumentos mais fortes que o dele. Além disso, esse líder está sempre presente na equipe auxiliando e, quando preciso, colocando a mão na massa".O consultor ressalta ainda que esse líder pode trazer benefícios para a equipe, se for bem interpretado. "Se a equipe souber aproveitar a presença desse líder, ela irá crescer profissionalmente, já que esse perfil de gestor ajuda os seus profissionais a desenvolverem seus pontos fracos".