terça-feira, 28 de julho de 2009

Modos inusitados para roubar seus dados.

Consultores de segurança italianos revelarão na quarta-feira, na conferência Black Hat USA (tinyurl.com/bhusa09), os detalhes de duas técnicas para roubar informações digitadas num teclado convencional de PC. Uma delas usa uma tomada elétrica próxima àquela em que o computador está conectado; a outra utiliza um laser simples. Não é coisa para amadores - por isso mesmo, assusta. Na primeira modalidade, o que acontece é o seguinte: quando se digita em um computador, sinais elétricos fluem pelo cabo que liga o teclado à placa-mãe do sistema. Como esse cabo não é blindado, há um vazamento dos impulsos elétricos que se propaga até a fonte de alimentação do computador, ligada à tomada na parede. Instalando um medidor numa tomada próxima, pode-se captar as flutuações decorrentes do sinal vazado, interpretando-as de modo a reconstituir cada caractere digitado no teclado. Mas isso só dá certo quando o computador está ligado na tomada. Já um laptop funcionando a bateria estaria imune - ou não. Nesse caso, a alternativa é usar a segunda ofensiva, em que se aponta um laser barato (apenas um pouco melhor que esses apontadores a laser chinfrins que se compra no camelô) para alguma superfície brilhante do computador-alvo ou mesmo para um objeto colocado sobre a mesma mesa onde está o laptop. Tampa de notebook, escudos ou logomarcas bem polidas e pontos perto da dobradiça do laptop são os locais que fornecem as melhores leituras de vibrações. Um fotorreceptor posicionado para capturar o raio de luz refletido identifica as modulações causadas pelas vibrações geradas pelo mero ato de teclar. Essas modulações são convertidas em sinais elétricos que entram na placa de som do computador do espião. Isso produz sons que acusam o acionamento de cada tecla, que possui seu próprio padrão sonoro. A barra de espaço, em especial, gera um som bem típico. Analisando as sequências de teclas, o espaçamento entre as palavras e, de preferência, conhecendo o idioma sendo usado, um hacker treinado pode decifrar o que está sendo digitado. Para evitar ataques assim, o jeito é usar um laptop não ligado à parede, não deixar livre qualquer linha de visada em relação ao computador, mover-se frequentemente enquanto digita e poluir o sinal acionando teclas malucas no meio do texto, apagando-as em seguida. Outro macete é digitar com a leveza e a lentidão de uma princesa usando luvas de veludo. A desvantagem é que um usuário assim precavido poderia ser imediatamente incluído no rol dos paranoicos. Os criadores das técnicas são Andrea Barisani, engenheiro-chefe da britânica Inverse Path, e Daniele Bianco, da mesma empresa. Sua fama começou em 2007, quando divulgaram um modo de falsificar eventos no serviço SatNav do sistema GPS (tinyurl.com/gpshack). Segundo os dois, o ataque elétrico foi bem sucedido usando um medidor numa tomada a 15 metros de distância da tomada elétrica do PC alvo. O equipamento utilizado pela dupla para perpetrar o ataque na linha elétrica custou US$ 500. Já o laser empregado no segundo método saiu por US$ 100. Apesar de admitirem que as ferramentas usadas ainda são obsoletas, eles acreditam que poderiam aperfeiçoá-las em pouco tempo, se tivessem mais recursos. - Se nossa pequena pesquisa conseguiu produzir resultados aceitáveis em cerca de uma semana de trabalho e utilizando hardware barato, é possível imaginar o que conseguiria uma equipe dedicada ou mesmo uma agência governamental dotada de equipamentos altamente sofisticados - disseram Barisani e Bianco ao site Network World (tinyurl.com/roubadados).

sexta-feira, 24 de julho de 2009

O Lider em Tempos de Crise.

A crise de liderança é uma realidade e coloca em risco o destino e o futuro das organizações. Para o consultor e presidente da Gutemberg Consultores, Gutemberg B. de Macedo, empresas que não contam com uma liderança preparada e capacitada caem quase sempre nos mesmos erros: foco no curto prazo, gestores gananciosos e desonestos e ausência de valores éticos, que gera a falta de comprometimento dos colaboradores, onde 78% deles estão desengajados e 18% totalmente desengajados."O mais grave e urgente problema de nossas organizações é a falta de líderes. Não temos líderes em número suficiente e à altura dos problemas e desafios atuais. Essa crise é global e afeta todos os setores da sociedade, como instituições religiosas, acadêmicas, militares e, principalmente, empresariais", explica Gutemberg. Para o consultor, boa parte das empresas não sabe identificar, desenvolver e manter novas lideranças. "As empresas precisam rever suas estratégias de criação e desenvolvimento de novos líderes urgentemente. Necessitam de líderes que inspirem, empolguem e devolvam às pessoas a autoconfiança, a autonomia e o pensamento crítico; que conversem com as pessoas e demonstrem o quanto aprecia o seu trabalho; que sejam cultos, e façam do aprendizado um hábito diário e não sejam um pregador do antiintelectualismo", ressalta. Para Gutemberg, algumas características são indispensáveis para quem pretende exercer uma posição de liderança ou a exerce atualmente. São elas:1) Cultura - o líder deve ser uma pessoa culta, conhecer o seu País, as leis, a geografia e suas carências. Exemplos de líderes são Fernando Henrique Cardoso, Bill Clinton, Barack Obama e outros.2) Convicção profunda sobre suas crenças e valores - o líder não pode ser um oportunista que muda de acordo com as conveniências e circunstâncias do momento. Ele deve ter posições firmes e claras sobre os assuntos que supostamente precisa opinar e gerenciar. 3) Conhece a psicologia humana - nenhum gestor, por melhor preparado que seja academicamente, se tornará um líder eficaz se não conhecer a natureza humana. O conhecimento da psicologia humana é condição indispensável e sobrepuja todos os outros conhecimentos - finanças, tecnologia da informação, engenharia. Os profissionais que tentarem liderar seus negócios com olhos voltados apenas para apresentações e relatórios de resultados financeiros fracassarão e, infelizmente, é o que se vê diariamente no dia a dia das organizações. 4) Não deve compactuar da mediocridade - ele deve exigir sempre o melhor de seus liderados e comemorar a cada conquista, não importa o tamanho e o impacto sobre os negócios e colaboradores. As pessoas se sentirão valorizadas e orgulhosas de seu trabalho.Para finalizar, Gutemberg de Macedo afirma que é fundamental que o líder tenha controle emocional para gerir sua posição empresarial.

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Agora é Guerra!!!






A CLARO entra na "guerra" com sua Tropa de Elite,iniciada hj num mega evento motivacional, dirigida pelo Silvio Borges e equipe de gerentes de canal, presentes todos os AACE do Rio de Janeiro,foram 4 horas de atividades intensa ,donde cada AACE apresentou suas metas para o proximo trimestre,culminando com uma palestra-show de alto nivel motivacional,apresentada por Rafael medeiros um dos mais requisitado palestrante motivacional do Brasil

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Japão flagra quatro fraudadores de Sistema Biométrico.

Funcionários da imigração do aeroporto internacional de Narita, em Tóquio, revelaram que, desde janeiro de 2009, quatro pessoas tentaram entrar ilegalmente no Japão burlando o sistema biométrico de identificação. Os infratores alteraram cirurgicamente suas impressões digitais originais. O objetivo era enganar o sistema de autenticação do aeroporto, baseado em impressões digitais e projetado para detectar estrangeiros com histórico de deportação do Japão. As quatro pessoas foram flagradas porque suas cirurgias tinham imperfeições e acionaram um alarme nos scanners de dedos no balcão da imigração. Isso levou as autoridades a buscar reconhecimento facial, comparando os dados datiloscópicos com as fotos dos suspeitos. Autoridades japonesas aumentaram o rigor dos procedimentos de entrada logo no início do ano após o relato do primeiro caso de tentativa de entrada ilegal burlando sistema similar no aeroporto de Aomori, em 2008. Na ocasião, uma mulher que havia sido anteriormente deportada por estar com seu visto vencido conseguira entrar no país usando uma fita adesiva especial em seus dedos. Os quatro suspeitos barrados em Narita foram presos e revelaram aos investigadores que suas impressões digitais foram alteradas por cirurgias realizadas na China, onde cada um pagou o equivalente a US$ 734 aos cirurgiões. As autoridades suspeitam do envolvimento de grupos organizados chineses de tráfico de imigrantes ilegais. O sistema de identificação biométrica foi introduzido no Japão em novembro de 2007 como parte de medidas antiterrorismo instauradas após a revisão da lei de imigração daquele país, que exige que se fotografe o rosto e grave as impressões digitais de estrangeiros maiores de 16 anos para confrontação com um banco de dados de deportados e procurados pela polícia.

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Goolge desafia Microsoft com Sistema Operacional Chrome.

A gigante de softwares Google está desenvolvendo um sistema operacional para computadores pessoais, em um desafio direto ao líder de mercado, o Windows, desenvolvido pela Microsoft.
O Google Chrome OS (operating system) será voltado inicialmente para netbooks, computadores portáteis menores, mais baratos e com menos recursos que os laptops. Máquinas equipadas com o Google Chrome OS devem estar no mercado em meados do ano que vem. A idéia é, no futuro, usar o sistema operacional também em PCs. "Rapidez, simplicidade e segurança são os aspectos-chave do Google Chrome OS", anunciou a empresa em seu blog oficial. Segundo a Google, o sistema operacional será uma "extensão natural" do seu navegador de internet, Chrome. O novo sistema operacional será um software de código aberto ("open source"). Para a Microsoft, a notícia vem poucos meses antes do lançamento da nova versão do seu sistema, o Windows 7. Volta aos princípios, os autores do post, Sundar Pichai, vice-presidente de produtos do Google, e Linus Upson, diretor-engenheiro da empresa, disseram que o novo sistema foi desenhado "para ser rápido e leve, iniciar e levá-lo para a internet em questão de segundos". "Os sistemas operacionais que os usuários têm à disposição foram desenhados em uma era em que não havia a rede", eles argumentaram, acrescentando que o Chrome OS é "nossa tentativa de repensar o conceito de sistemas operacionais". A pesquisa levou os programadores de volta aos princípios, afirmaram. "Estamos redesenhando completamente a arquitetura de segurança subjacente do sistema, de forma que os usuários não tenham que lidar com vírus, programas malignos e atualizações de segurança." Para a Google, um sistema operacional "tem simplesmente que funcionar". A gigante de software já possui um sistema operacional para telefones celulares, que também pode ser usado em netbooks. O Chrome OS será voltado também para laptops e computadores de mesa de usuários que passam muito tempo conectados. Competitividade o anúncio pode mudar dramaticamente o mercado de sistemas operacionais, especialmente o nicho da Microsoft, cuja participação nele é de cerca de 90%. "Este é um grande anúncio", disse um analista, Rob Enderle, presidente do grupo Enderle. "É a primeira vez que temos no mercado um sistema operacional competitivo de fato. Este tem o potencial de balançar as coisas e é a primeira tentativa real de fazer frente à Microsoft." O analista disse à BBC que "a Google está chegando (neste nicho) de cabeça fresca", e que o Chrome OS "é o primeiro sistema operacional pós-internet, baseado em uma série de serviços da web, desenhado de baixo para cima e repensado para um mundo conectado". No ano passado, a empresa lançou seu navegador Chrome, anunciado como para "pessoas que vivem na web - procurando informações, checando emails, acompanhando as noticias, comprando ou simplesmente mantendo o contato com os amigos". Para Stephen Shankland, da CNET, o lançamento tem grandes implicações. "Uma é mostrar quão séria é a proposta da Google de tornar a rede uma base não apenas para páginas estáticas, mas aplicativos ativos, especialmente os seus próprios, Google Docs e G-mail", ele afirmou. "Outra é iniciar uma nova competição com a Microsoft e, potencialmente, dar uma nova razão para autoridades de regulação da concorrência prestarem atenção aos passos da Google." Para outros analistas, as motivações da Google são bastante claras. "Um dos principais objetivos da Google é tirar a Microsoft (do mercado), destruir sistematicamente a sua participação no mercado", disse Enderle. "A Google quer eliminar a Microsoft e esta é uma batalha única. A estratégia é boa. A grande questão é: será que vai funcionar?" Em um blog popular, TechCrunch, o autor de uma postagem sobre o tema, MG Siegler, disse que é preciso "ser claro sobre o que isto realmente é". "Isto é a Google soltando a mãe de todas as bombas sobre sua rival, a Microsoft." A companhia de Bill Gates deve lançar o seu Windows 7 no fim deste ano para substituir o Windows Vista e o Windows XP, que já tem oito anos. Segundo a empresa, hoje 96% dos netbooks funcionam com Windows.