Coragem
“Assim como nuvens vêm e vão diante do sol, temos que entender que o papel das situações desafiadoras é vir. No entanto, o nosso papel é continuar a brilhar e compartilhar esta luz, assim como o sol. Não importa o que aconteça, não importa o que surja, lembre-se que sua essência é verdadeira e positiva. Seja paciente quando necessário; seja pró-ativo e aja quando necessário. Saiba que ninguém mais pode ser o ator principal da sua história, exceto você. Mantenha esta coragem e a vida lhe trará seus merecidos frutos em retorno.”
Automotivação
“Inspiração é diferente de motivação. Inspiração é um pensamento, motivação é uma ação. Uma pessoa automotivada é como um imã que atrai recursos, oportunidades e experiências porque ela coloca pensamentos, ideias e planos na prática. Para sustentar a motivação é necessário ter a capacidade de decidir com precisão. Decidir o que pensar, o que falar, o que fazer. Esse poder pode ser assimilado através da meditação e do cultivo de pensamentos de qualidade. Pensamentos de qualidade são positivos, elevados e benéficos. Eles funcionam como um tônico para manter a motivação.”
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Coragem&Automotivação
Postado por Henrique da Silva às 22:12 0 comentários
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
sábado, 20 de novembro de 2010
A DIFERENÇA QUE FAZ DIFERENÇA
Os desejos primários de todas pessoas são: ser feliz, progredir e ganhar mais dinheiro.
Uma forma efetiva de alcançar estes anseios é ser rico e próspero.
Assim como há pessoas pobres e pessoas ricas, há países pobres e países ricos.
A diferença entre os países pobres e os ricos não é a antigüidade do país.
Fica demonstrado pelos casos de países como a Índia e o Egito, que tem mais de 2000
anos de antigüidade e são pobres. Ao contrário, Canadá, Austrália e Nova Zelândia, que
há pouco mais de 150 anos eram quase desconhecidos, hoje são, todavia, países
desenvolvidos e ricos.
A diferença entre países pobres e ricos também não está nos recursos naturais de
que dispõem, pois o Japão tem um território muito pequeno e 80% dele é montanhoso,
ruim para a agricultura e criação de gado, porém é a segunda potência econômica
mundial: seu território é como uma imensa fábrica flutuante que recebe matéria-prima de
todo o mundo e exporta os produtos transformados, também a todo o mundo,
acumulando sua riqueza.
Por outro lado, temos uma Suíça sem oceano, que tem uma das maiores frotas náuticas do
mundo; não tem cacau, mas tem o melhor chocolate do mundo; em seus poucos
quilômetros quadrados, cria ovelhas e cultiva o solo durante apenas quatro meses por
ano, já que o resto é inverno, mas tem os produtos lácteos de melhor qualidade de toda a
Europa.
Como o Japão, não tem recursos naturais, mas dá e exporta serviços, com
qualidade muito dificilmente superável; é um país pequeno que passa uma imagem de
segurança, ordem e trabalho, o que o converteu na caixa forte do Mundo.
Também não está na inteligência das pessoas a tal diferença, como o demonstram
estudantes de países pobres que emigram aos países ricos e conseguem resultados
excelentes em sua educação. Outro exemplo são os executivos de países ricos que visitam
nossas fábricas e, ao falar com eles, nos damos conta de que não há diferença intelectual.
Finalmente, não podemos dizer que a raça faz a diferença, pois nos países
centro-europeus ou nórdicos, vemos como os chamados "ociosos" da América Latina
(nós!!) ou da África, demonstram ser a força produtiva desses países.
O que é então que faz a diferença ?
A ATITUDE DAS PESSOAS FAZ A DIFERENÇA.
Ao estudar a conduta das pessoas nos países ricos se descobre que a maior parte da
população cumpre as seguintes regras, cuja ordem pode ser discutida:
1. A moral, como princípio básico
2. A ordem e a limpeza
3. A integridade
4. A pontualidade
5. A responsabilidade
6. O desejo de superação
7. O respeito às leis e aos regulamentos
8. O respeito pelo direito dos demais
9. Seu amor ao trabalho
10. Seu esforço pela economia e investimento
Necessitamos, então, de mais leis ?
Não seria suficiente cumprir e fazer cumprir estas 10 simples regras ?
Nos países pobres, só a mínima (quase nenhuma) parte da população segue estas regras
em sua vida diária.
Não somos pobres porque ao nosso país faltem riquezas naturais, ou porque a natureza
tenha sido cruel conosco, mas simplesmente, por nossa atitude.
Nos falta caráter para cumprir estas premissas básicas de funcionamento das sociedades.
medite sobre isto.
Se esperarmos que o governo solucione nossos problemas, ficaremos toda a vida
esperando.
Quanto mais empenho colocarmos em nossos atos, mudando nossa atitude, mais rápido
pode significar a entrada do nosso país na senda do progresso e bem-estar para todos...
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Postado por Henrique da Silva às 11:56 0 comentários
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
PENSAMENTOS
“Ao manter constante um pensamento, mais poder dou a ele. Pensamentos positivos dão energia e força. Pensamentos negativos roubam poder e geram cansaço. Eu não posso controlar os outros, as situações ou as circunstâncias, mas definitivamente eu posso controlar o que está acontecendo dentro de mim. Eu mudo através da escolha consciente dos pensamentos. Ao mudar um pensamento fraco por um forte, eu elevo minha energia. Leva tempo para mudar velhos padrões de pensar, mas a boa notícia é que somos positivos por natureza.”
Inner Synergy
Postado por Henrique da Silva às 22:14 0 comentários
terça-feira, 2 de novembro de 2010
É engraçado: as histórias de grandes conquistas, superações extraordinárias e feitos heróicos às vezes nos oprimem, em vez de nos estimular. Isso porque, lá no fundo, desconfiamos que somos incapazes de realizar coisas difíceis. Um bom herói sempre precisa de confiança, coragem e autoestima, qualidades raras de serem encontradas no mercado hoje em dia.
Então, por achar que somos muito mais limitados do que realmente somos, e também por certo comodismo, abdicamos de usar recursos ainda não experimentados para enfrentar cara a cara as dificuldades, os riscos e os obstáculos.
Parece ser bem mais fácil jogar a toalha e dar as coisas por perdidas, ou se esquivar delas, como se não existissem. Acontece que as adversidades parecem ter o estranho hábito de sempre nos esperar ali na esquina, especialmente quando fazemos questão de fugir delas. É como diz o caipira, na sua santa sabedoria: “Quanto mais rezo, mais assombração me aparece”.
O especialista em Programação Neurolinguística (PNL), Anderson Andrade, afirma: “O pensamento gera hábitos, que promovem atitudes, que provocam ações, que determinam acontecimentos”. Pode-se dizer que a nossa realidade é resultado dos pensamentos dominantes da nossa mente, assim como nossas ações e reações dependem da nossa maneira de ver o mundo.
Forma-se, então, uma cadeia interligada de pensamento-ação-acontecimento. É por isso que, quanto mais rezamos, mais assombração aparece: se temos medo dela, ela está presente em nosso pensamento, gerando nossas ações e promovendo acontecimentos relacionados ao nosso temor. Por isso, se temos pavor das adversidades, se não as enfrentamos como algo normal e natural da vida, elas não vão sumir – pelo contrário.
O melhor a fazer é sempre imaginar que temos uma vida tranquila e feliz. Assim, quando os obstáculos realmente aparecerem, podemos ser capazes de olhar para eles com um espírito sereno e encará-los como eventualidades que fazem parte da vida. E a dificuldade, que poderia ser vista como uma montanha íngreme, passa a ser uma colina ultrapassável.
Postado por Henrique da Silva às 22:23 0 comentários

