quarta-feira, 27 de maio de 2009
Homens e Mulheres: existe diferença no trabalho em equipe?
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quarta-feira, 20 de maio de 2009
Teoria de Maslow
O comportamento humano, neste contexto, foi objeto de análise pelo próprio Taylor, quando enunciava os princípios da Administração Científica. A diferença entre Taylor e Maslow é que o primeiro somente enxergou as necessidades básicas como elemento motivacional, enquanto o segundo percebeu que o indivíduo não sente, única e exclusivamente necessidade financeira.
Maslow apresentou uma teoria da motivação, segundo a qual as necessidades humanas estão organizadas e dispostas em níveis, numa hierarquia de importância e de influência, numa pirâmide, em cuja base estão as necessidades mais baixas (necessidades fisiológicas) e no topo, as necessidades mais elevadas (as necessidades de auto realização).
De acordo com Maslow, as necessidades fisiológicas constituem a sobrevivência do indivíduo e a preservação da espécie: alimentação, sono, repouso, abrigo, etc. As necessidades de segurança constituem a busca de proteção contra a ameaça ou privação, a fuga e o perigo. As necessidades sociais incluem a necessidade de associação, de participação, de aceitação por parte dos companheiros, de troca de amizade, de afeto e amor. A necessidade de estima envolvem a auto apreciação, a autoconfiança, a necessidade de aprovação social e de respeito, de status, prestígio e consideração, além de desejo de força e de adequação, de confiança perante o mundo, independência e autonomia. As necessidades de auto realização são as mais elevadas, de cada pessoa realizar o seu próprio potencial e de auto desenvolver-se continuamente.
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quinta-feira, 14 de maio de 2009
Acredite ou não: você faz a diferença!
Por Evaldo Costa
13/09/2008
Não importa o que você faça: atendimento, vendas ou qualquer outra atividade. Certifique-se de que sua marca esteja encantando quem estiver do outro lado. Atender é conquistar, a base do espetáculo é fazer as pessoas dizerem “uau!” Se isso ocorre, você atingiu a sua meta, se não você perdeu uma grande chance de fazer a diferença.Para ajudar os seus Clientes a conseguir o que eles desejam, você não terá de trabalhar mais. Também, não terá de pagar um centavo a mais por isso.Eu estava de férias em um dos parques da Disney World. Como sempre acontece nesses momentos, me distrai e perdi o mapa das atrações. Queria muito participar do próximo show. Como não havia tempo o suficiente para retornar a loja e pegar um novo mapa, perguntei a uma mocinha que fazia a limpeza do parque para onde deveria me dirigir. Ela parou o que estava fazendo encostou a vassoura e o equipamento coletor de lixos em local seguro e com toda a delicadeza deste mundo me indicou as coordenadas.Ela assegurou-se de que eu chegaria mesmo a tempo no local. Caminhou ao meu lado por alguns metros e confirmou a direção que eu deveria seguir. Por alguns instantes, ela deixou de ser uma agente de limpeza para se tornar a minha guia. Foi tão atenciosa que me fez dizer “uaaau!”. Que pessoa maravilhosa: pensei comigo mesmo. Lembro-me de tê-la perguntado sobre sua nacionalidade. Ao que com sorriso nos lábios ela respondeu: “sou da Disney e estou ao seu dispor”. Precisa dizer algo mais? Para que você possa encontrar o tom correto basta pensar na empresa como se fosse a sua casa. Você está recebendo amigos e vizinhos e quer que eles se sintam a vontade.Também não posso me esquecer quando estava embarcando em um avião em Hong Kong. Eu tinha trabalhado mais de quinze horas por dia naquela semana e sentia-me exausto e louco para chegar em casa, tomar um banho e deitar na minha cama. Ainda era madrugada quando entrei no avião. O vôo estava lotado e, naturalmente, todos, inclusive a tripulação, deviam estar exaustos naquela madrugada chuvosa. Assim que o avião levantou vôo, eu, inadvertidamente, pressionei o botão de chamado de serviço de bordo.Claro que os atendentes logo que perceberam aquele chamado deviam ter pensado: quem era o chato que não podia esperar o avião se estabilizar. Eu não havia percebido que havia feito aquilo. Porém, logo veio uma bem vestida, sorridente e bem humorada comissária – parecia que ela estava em um parque da Disney, tamanha a sua cordialidade. Aproximou-se e curvou suavemente as pernas evitando falar comigo na vertical. Com voz amistosa completou: “O senhor deve estar precisando de algo, como posso servi-lo?” Fiquei surpreso e disse que estava tudo bem e que eu não necessitava de nada. Ela então, discretamente, apagou o sinal de chamada e concluiu: “não se preocupe essas coisas acontecem. Estou ali atrás e se precisar conte comigo”.Todo esse processo não durou mais que dois minutos. Parecia que ela havia ensaiado o atendimento várias vezes e não desejava que nada desse errado. Como de fato não deu! Para ela, ser ainda madrugada não tinha a menor importância, o seu objetivo era encantar os passageiros, como de fato me encantou. Algum tempo depois eu tive que voltar a Hong Kong. Adivinha por qual companhia eu voei? Acertou se respondeu a mesma. Mas, afinal de contas, por que eu me tornei um cliente fiel a eles? Porque aquela educadíssima e bem preparada comissária conseguiu se vender muito bem. Ela devia saber que o cliente antes de comprar um produto tem que comprar quem o atende.“Só garantimos nosso sucesso de forma permanente quando ajudamos os outros a conseguirem o que mais desejam”.Um outro exemplo encantador de atendimento ocorreu comigo quando fui ao shopping comprar um presente para a minha esposa. Eu estava com pressa e assim que avistei a primeira loja dei uma paradinha diante da vitrine. Logo se aproximou uma elegante moça estendeu a mão direita e disse: “Boa tarde, meu nome é Simone Seixas, estou notando que o senhor está interessado em algo especial. Tenho várias outras preciosidades nos expositores internos. Que tal entrarmos para que eu possa mostrá-las ao senhor?”. Percebi que estava falando com uma pessoa muito simpática, comunicativa, de ótima aparência e disposta a me ajudar. Foi batata! Ela além de me vender um caríssimo colar conseguiu me transformar em seu agente de marketing. Hoje, enquanto ela dorme, eu faço propaganda de graça para ela.Faça apenas um trabalho melhor de atendimento do que o do concorrente e verá como os resultados, também, serão diferentes.O que há em comum nos três casos relatados? Provavelmente, muitos fatores. Porém, todas as três atendentes sabiam que não estavam competindo com o concorrente ao lado e sim com os níveis de habilidade dos funcionários dele. Se fosse tudo pelo preço todo mundo compraria o produto mais barato e ponto-final! Mas não é pelo preço e nunca foi, é pelo valor. E o valor é determinado pela pessoa e pelas habilidades que o profissional tem para apresentar o seu produto, para abordar corretamente o cliente, para prospectar novos negócios, para superar possíveis objeções, para interagir oferecendo alternativas e, acima de tudo, fidelizar o cliente.Agindo assim, competir fica fácil. Faça apenas um trabalho melhor de atendimento do que o do concorrente e verá como os resultados, também, serão diferentes. E quer saber mais? Você já fez isso no passado? Você já deu um atendimento exemplar e acabou encantando o cliente? Você ainda se lembra como fez isso? Posso lhe garantir que foi agregando mais valor que a outra pessoa do concorrente. Provavelmente, naquela ocasião você deve ter agido com mais entusiasmo e nem quis saber do concorrente. Você apenas “mandou ver”, deu o melhor de si e tudo funcionou muito bem.Pense nisso e muito sucesso.
Evaldo Costa é Escritor, Consultor, Conferencista e Professor. Autor dos livros: “Alavancando resultados através da gestão da qualidade”, “Como Garantir Três Vendas Extras Por Dia” e co-autor do livro “Gigantes das Vendas”
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UMA BREVE HISTÓRIA DE (IN)SUSTENTABILIDADE
No entanto, este impulso de destruição era muito suavizado pela pequena e dispersa população mundial (demorou-se milênios até que se tenham reunido mais de 500 pessoas em uma mesma região, uma vez que não haveria alimento para todos e o conceito de “família” ainda era primitivo). A própria demanda, na realidade, era relativamente muito baixa. A qualidade de vida do homem, neste momento, não exigia que seu ambiente fosse profundamente modificado, e as espécies animais ou vegetais acabavam posteriormente recuperando seu espaço.
A situação começou a se alterar no período neolítico, com o surgimento da agricultura e, conseqüentemente, de grupos sedentários. A partir daí, a criatividade humana foi colocada em prática para superar os obstáculos da demanda, e foram desenvolvidas novas técnicas de exploração, que aos poucos foram tornando cada região uma fonte teoricamente inesgotável de espólios para seus habitantes.
Ainda assim, até o século XIX a poluição causada podia ser absorvida, e prejudicava mais a própria espécie, vítima das numerosas doenças geradas pela falta de saneamento, do que a própria natureza. As manufaturas eram poucas e aproveitadas o máximo possível (roupas eram feitas para durar mais de uma geração, por exemplo, e passavam de mãos em mãos) e a principal fonte de energia ainda era a lenha.
Com a segunda revolução industrial e com a era do petróleo, a situação transformou-se completamente. O carvão e o petróleo elevaram o conceito de poluição a um nível até então desconhecido. A consolidação da classe média foi também a consolidação do mercado consumidor, e a partir daí o lixo gerado foi não só cada vez maior como também cada vez mais difícil de ser reciclado.
Hoje vivemos em uma sociedade voltada inegavelmente para o consumo, na qual o indivíduo supre carências até mesmo afetivas através da compra deste ou daquele objeto e onde dificilmente um produto dura mais do que alguns anos. Quem não é capaz de comprar seu objeto de desejo sente-se frustrado e inferior. As casas também acompanharam o fenômeno: os quartos diminuíram para abrir espaço para o closet, atribuindo uma importância cada vez maior aos produtos em detrimento dos moradores.
É, enfim, o estilo americano de vida: consumir muito e constantemente. No entanto, a verdade é que, para que todos vivessem como os EUA, seriam necessários 4 planetas Terra.
Nunca se produziu tanto lixo. No passado, qualquer pessoa que não quisesse mais uma TV ou uma geladeira poderia vendê-la de segunda mão; hoje muitas vezes não se encontra quem queira recebê-la por doação, sendo difícil até mesmo jogá-la fora (o lixo eletrônico traz em seus componentes metais pesados e outros materiais que demorarão séculos para se decompor). Ninguém quer um micro-computador obsoleto e muito menos um celular.
Celulares “pré-históricos” continuariam a cumprir até hoje sua principal função (enviar e receber telefonemas), no entanto um novo modelo é sempre lançado no mercado, com novos recursos que dificilmente utilizaremos em sua plenitude. O consumidor sente-se satisfeito em saber que dispõe destes recursos e apega-se ao status do produto. Um modelo V3, lançado a menos de cinco anos, já virou sucata.
Mas é claro que nem tudo está perdido. Com os efeitos da mudança climática batendo à porta dos países do Hemisfério Norte, as questões ambientais vêm obtendo uma presença na mídia que compete com os anúncios que estimulam essa febre de consumo. Não queremos de forma alguma dizer com isso que a economia deva ser totalmente reformulada; a obrigação que nossas atuais condições impõem é a de toda a humanidade repensar seus atuais valores e aprender que, assim como no passado, é possível viver sem trocar de celular, computador, eletrodomésticos e até mesmo carros como se troca de roupa. Se o consumo é importante para perpetuar nossa qualidade de vida, nosso planeta certamente é bem mais.
Por Mauro Kahn e Pedro Nobrega
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domingo, 10 de maio de 2009
A intuição como competência gerencial em face do desenvolvimento tecnológico.
Vocês já pensaram a respeito da rapidez com que as coisas mudam? A pessoa mais velha do mundo, uma senhora japonesa com 118 anos, viu a invenção do automóvel, do avião, da bomba atômica, viu a sociedade transformar-se radical e profundamente em um espaço de apenas 100 anos, sendo ainda que nos últimos anos a velocidade de mudança vem aumentando progressivamente. E onde isso nos leva, em termos de competências comportamentais requeridas no trabalho? Em 1910, ou seja, em um passado recentíssimo se considerado todo o período coberto pela História, as qualidades mais prezadas e reconhecidas nas pessoas eram relacionadas com previsibilidade, disciplina, submissão, lealdade, estabilidade e manutenção do “status quo”. Isso era perfeitamente compreensível na época, uma vez que: 1 – Havia muito poucos telefones 2 – Não existiam aviões 3 – Não existia fax 4 – Não havia televisão 5 – Não existia Internet A diferença entre o mundo do século 19 e do início do século 20 era imensa, se comparada com o mesmo período de tempo anterior (séc. 18 para o 19), mas ínfima, se comparada com as transformações que ocorreram dentro da primeira metade do século 20. Este processo de aceleração em progressão geométrica assumiu proporções inimagináveis a partir de 1950. Bill Gates preconizou que nos próximos 10 anos iremos experimentar um salto tecnológico de magnitude muito, muito maior do que os saltos que já tivemos (novamente a progressão geométrica). A sociedade está se transformando e essa mudança contínua e cada vez mais acelerada certamente cobra um preço às pessoas. Saímos de uma época em que as características de estabilidade davam o tom comportamental e ingressamos em uma nova era em que a audácia, a capacidade de correr riscos, a adaptabilidade e a flexibilidade passam a ser mais e mais requeridas. Entretanto, o perfil das pessoas não mudou. Elas continuam tendo as mesmas características de sempre, o que é paradoxal, porque são elas as responsáveis pelo desenvolvimento tecnológico que transformou e continuará a transformar a sociedade. A rapidez com que isso acontece é algo a se pensar porque o ser humano tem limitações quanto à sua capacidade de assimilar mudanças radicais no estilo de vida em sociedade. O homem resiste à mudança. Sempre resistiu. Assim, caímos em um paradoxo. Há um limite para a aceleração no processo de mudanças? Alguém já disse que o limite para mudanças profundas na sociedade e no modo de vida, está no espaço de uma geração pelo menos, para que essas mudanças se solidifiquem. Isso significa um período de 25 anos aproximadamente. Teoricamente, a Humanidade não conseguirá assimilar mudanças radicais em períodos mais curtos que isso. Atualmente, há uma nítida sensação de que estamos no máximo de nossa capacidade de assimilar mudanças enquanto sociedade. O volume de informações novas, de tecnologias, de conceitos a serem aprendidos, reciclados, atualizados, é absolutamente enorme! Há alguns especialistas em gerenciamento que acreditam inclusive que o desenvolvimento da intuição como característica gerencial torna-se importantíssimo nesse início de milênio. E porque a intuição? Porque é praticamente impossível a um ser humano estar sintonizado em todas as áreas de conhecimento e informação. Líderes intuitivos, gerentes com uma boa capacidade de olhar para a frente e “sentir” o caminho, as tendências, tomar decisões em cima de um mix de informações e intuição são muito considerados, principalmente quando acertam. O uso da intuição, como instrumento de gerenciamento é certamente polêmico, mas faz-se necessário e o aprendizado passa pelo velho método da tentativa e erro. Uma característica de muitas organizações hoje é a de encorajar que as pessoas cometam erros tomando decisões. Algo como “ações não são puníveis, mas omissões sim”. Trata-se de uma política de risco calculado, e um dos objetivos é o de desenvolver a intuição, visto que em situações de pressão (que se tornam cada vez mais freqüentes na rotina profissional) o indivíduo muitas vezes só terá esse recurso para lançar mão. Isso exige muita autoconfiança e grande capacidade de adaptação, como já foi dito. De qualquer modo impõe-se hoje uma necessidade muito clara: mais do que nunca, o reconhecimento da necessidade de mudança e adaptação é necessário para fazer frente aos desafios do nosso cotidiano cada vez mais vertiginoso. Quanto mais clara esta necessidade estiver tanto para as pessoas como para as organizações, mais preparadas elas poderão estar para conviver e se sobressair nesse novo ambiente.
Postado por Henrique da Silva às 21:31 0 comentários
terça-feira, 5 de maio de 2009
Itaú-Unibanco teve queda de 28% em lucro do 1º tri.
No fim de março de 2009, os ativos totais do Itaú Unibanco atingiram 618,943 bilhões de reais, ante 484,628 bilhões verificados em 31 de março de 2008. A carteira de crédito, incluindo avais e fianças, somava 272,7 bilhões de reais no fim do primeiro trimestre deste ano, com crescimento de 25,1% quando comparada à carteira em 31 de março de 2008. O patrimônio líquido consolidado atingiu 45 bilhões ao encerrar o primeiro trimestre de 2009. Itaú e Unibanco se uniram no fim do ano passado. Para efeito de comparação, os dados relativos ao primeiro trimestre de 2008 são a soma dos números das duas instituições.
Crise - Na segunda-feira, o Bradesco já havia anunciado queda em seu lucro líquido, que ficou em 1,723 bilhão de reais no primeiro trimestre deste ano. O valor é 9,6% menor que o lucro líquido ajustado de 1,907 bilhão do mesmo período de 2008. Em nota, o Bradesco afirmou que, quanto à origem, o resultado é composto por 1,073 bilhão de reais provenientes de atividades financeiras, correspondendo a 62% do total, e por 650 milhões gerados pelas atividades do Grupo Bradesco de Seguros e Previdência, representando 38% do total. A carteira de crédito atingiu 214,291 bilhões nos três primeiros meses do ano, evolução de 26,5% em relação a igual período de 2008.
O índice de inadimplência do Bradesco no primeiro trimestre ficou em 4,3%, acima dos 3,6% registrados no trimestre anterior e dos 3,5% apresentados no mesmo período de 2008. O indicador leva em conta os atrasos superiores a 90 dias. O banco atribuiu essa elevação à atual crise econômica, que reduziu o crescimento da carteira de crédito e elevou as operações em atraso. "Trabalhamos com um cenário de pequeno crescimento desse índice para os próximos dois trimestres, estabilizando-se até o fim do ano", afirma, em nota. A elevação da inadimplência ocorreu em todos os segmentos de clientes do banco.
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sexta-feira, 1 de maio de 2009
Panelinhas: quais são as vantagens e os riscos de ter um grupo no trabalho?
Ter pensamentos parecidos e a famosa afinidade são dois dos fatores em potencial para a formação das famosas "panelinhas" corporativas. Porém, antes de ser membro de um grupo é preciso tomar cuidado.Na opinião da consultora da DBM, Irene Azevedo, o profissional tem que avaliar a dinâmica do grupo antes de inciar um ciclo de amizade. "Antes de entrar em um grupo faça as seguintes perguntas: quando este grupo está reunido, sobre quais assuntos eles conversam? O que fazem? Quem é o líder deles? Quais são seus pensamentos? A partir destas respostas, você irá conseguir discernir se este grupo é ou não bem visto na organização".Vantagens e DesvantagensSegundo a consultora, como tudo na vida, no momento em que o profissional cria vínculos com outros colaboradores isto pode ser favorável ou desfavorável."Quando se tem um grupo, a tendência é que aquelas pessoas tenham uma cooperação mútua, ou seja, um ajuda o outro com mais facilidade e afinco, e assim a produtividade aumenta. Por outro lado, o perigo de fazer parte das panelas são as fofocas que podem surgir, a famosa rádio peão e o risco de favorecimento entre os integrantes".Além disso, Irene alerta um dos maiores riscos que uma pessoa corre ao pertencer à um determinado grupo no trabalho é não ser aceito por outros membros da equipe que não fazem parte da "panela". "Se pessoas do seu grupo saem, as chances do grupo deixar de existir são maiores. E neste caso o que você faz?"O que evitar?Para Irene, ao ter um forte vínculo de amizade na empresa o profissional precisa ter em mente duas coisas:
Por mais que haja amizade, este é um grupo de trabalho, logo a competição é natural e comum;
Não fale mal de colegas de trabalho, assim você evita possíveis fofocas e conflitos; "O ideal seria participar de todos os grupos da empresa. Afinal, o networking interno é fundamental para a carreira profissional", ressalta a consultora.E o líder onde fica?O líder, por sua vez, precisa desempenhar o seu papel para evitar a formação de grupos que podem prejudicar a performance da empresa. "Dependendo da cultura de cada organização, a incidência de grupos que irão promover a rádio peão é maior. Se a empresa não for transparente e o líder for autoritário, as chances destes tipos de grupos se formarem é bem maior".Entretanto, Irene destaca que o líder, como qualquer outra pessoa, terá mais afinidade com um funcionário do que com outro. Mas, neste caso, o segredo é ser o mais justo e isento possível."Todos da equipe precisam confiar no seu gestor, então este líder precisa mostrar que está disposto a compreender as necessidades de cada um, sendo o mais transparente possível. Além disso, uma boa saída é procurar estar sempre com o grupo inteiro ou variar, em uma semana almoçar com um grupo e, dias depois, com outros".
Postado por Henrique da Silva às 08:46 0 comentários


