O Itaú Unibanco registrou lucro líquido contábil de 2,015 bilhões de reais nos três primeiros meses deste ano, o que representa uma queda de 27,66% ante os ganhos apurados em igual período do ano passado. Considerando-se o resultado contábil, a rentabilidade anualizada sobre o patrimônio líquido médio foi de 18,2% no período, ante 27,1% um ano antes. Já o lucro líquido recorrente da instituição, que exclui os efeitos extraordinários, totalizou 2,562 bilhões de reais, equivalente a uma queda de 5,77% na mesma base de comparação, e a rentabilidade anualizada, levando-se em conta esse critério, ficou em 23,1%.
No fim de março de 2009, os ativos totais do Itaú Unibanco atingiram 618,943 bilhões de reais, ante 484,628 bilhões verificados em 31 de março de 2008. A carteira de crédito, incluindo avais e fianças, somava 272,7 bilhões de reais no fim do primeiro trimestre deste ano, com crescimento de 25,1% quando comparada à carteira em 31 de março de 2008. O patrimônio líquido consolidado atingiu 45 bilhões ao encerrar o primeiro trimestre de 2009. Itaú e Unibanco se uniram no fim do ano passado. Para efeito de comparação, os dados relativos ao primeiro trimestre de 2008 são a soma dos números das duas instituições.
Crise - Na segunda-feira, o Bradesco já havia anunciado queda em seu lucro líquido, que ficou em 1,723 bilhão de reais no primeiro trimestre deste ano. O valor é 9,6% menor que o lucro líquido ajustado de 1,907 bilhão do mesmo período de 2008. Em nota, o Bradesco afirmou que, quanto à origem, o resultado é composto por 1,073 bilhão de reais provenientes de atividades financeiras, correspondendo a 62% do total, e por 650 milhões gerados pelas atividades do Grupo Bradesco de Seguros e Previdência, representando 38% do total. A carteira de crédito atingiu 214,291 bilhões nos três primeiros meses do ano, evolução de 26,5% em relação a igual período de 2008.
O índice de inadimplência do Bradesco no primeiro trimestre ficou em 4,3%, acima dos 3,6% registrados no trimestre anterior e dos 3,5% apresentados no mesmo período de 2008. O indicador leva em conta os atrasos superiores a 90 dias. O banco atribuiu essa elevação à atual crise econômica, que reduziu o crescimento da carteira de crédito e elevou as operações em atraso. "Trabalhamos com um cenário de pequeno crescimento desse índice para os próximos dois trimestres, estabilizando-se até o fim do ano", afirma, em nota. A elevação da inadimplência ocorreu em todos os segmentos de clientes do banco.
No fim de março de 2009, os ativos totais do Itaú Unibanco atingiram 618,943 bilhões de reais, ante 484,628 bilhões verificados em 31 de março de 2008. A carteira de crédito, incluindo avais e fianças, somava 272,7 bilhões de reais no fim do primeiro trimestre deste ano, com crescimento de 25,1% quando comparada à carteira em 31 de março de 2008. O patrimônio líquido consolidado atingiu 45 bilhões ao encerrar o primeiro trimestre de 2009. Itaú e Unibanco se uniram no fim do ano passado. Para efeito de comparação, os dados relativos ao primeiro trimestre de 2008 são a soma dos números das duas instituições.
Crise - Na segunda-feira, o Bradesco já havia anunciado queda em seu lucro líquido, que ficou em 1,723 bilhão de reais no primeiro trimestre deste ano. O valor é 9,6% menor que o lucro líquido ajustado de 1,907 bilhão do mesmo período de 2008. Em nota, o Bradesco afirmou que, quanto à origem, o resultado é composto por 1,073 bilhão de reais provenientes de atividades financeiras, correspondendo a 62% do total, e por 650 milhões gerados pelas atividades do Grupo Bradesco de Seguros e Previdência, representando 38% do total. A carteira de crédito atingiu 214,291 bilhões nos três primeiros meses do ano, evolução de 26,5% em relação a igual período de 2008.
O índice de inadimplência do Bradesco no primeiro trimestre ficou em 4,3%, acima dos 3,6% registrados no trimestre anterior e dos 3,5% apresentados no mesmo período de 2008. O indicador leva em conta os atrasos superiores a 90 dias. O banco atribuiu essa elevação à atual crise econômica, que reduziu o crescimento da carteira de crédito e elevou as operações em atraso. "Trabalhamos com um cenário de pequeno crescimento desse índice para os próximos dois trimestres, estabilizando-se até o fim do ano", afirma, em nota. A elevação da inadimplência ocorreu em todos os segmentos de clientes do banco.


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